Olhares Comprometidos é resultado de 20 anos de pesquisa fotográfica com crianças e jovens do MST e narra a experiência imagética desse grupo em três momentos distintos: 1997, 2003 e 2017.

O percurso começa em 1997, quando o autor, Rodrigo Rossoni, inicia uma série de reportagens sobre a situação das crianças no MST e também sobre a exploração do trabalho infantil. É nesse contexto que acontece o primeiro encontro com as crianças de Piranema. 

Aqui no portal você vai encontrar um conteúdo adicional ao livro. Vai conhecer histórias, personagens, relatos, fotografias e desafios da produção dessa experiência de duas décadas.

Role a página e conheça a história

1997 - O olhar estrangeiro

Em junho de 1997, a produção de um documentário fotográfico sobre infância excluída no Espírito Santo levou o autor, Rodrigo Rossoni, a acampamentos do MST, a carvoarias, canaviais, plantações de café, sinais de trânsito e também lixões de cidades. Conheça mais dessa história.

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2003 - De fotografadas a fotógrafas

Seis anos depois do documentário fotográfico, o autor reencontra as mesmas crianças do MST de 1997. Dessa vez, com nova proposta, realiza oficinas de fotografia e promove uma inversão de papéis: de fotografadas, as crianças se tornaram fotógrafas do seu mundo vivido.

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2003 - De fotografadas a fotógrafas

Seis anos depois do documentário fotográfico, o autor reencontra as mesmas crianças do MST de 1997. Dessa vez, com nova proposta, realiza oficinas de fotografia e promove uma inversão de papéis: de fotografadas, as crianças se tornaram fotógrafas do seu mundo vivido.

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2003 - De fotografadas a fotógrafas

Seis anos depois do documentário fotográfico, o autor reencontra as mesmas crianças do MST de 1997. Dessa vez, com nova proposta, realiza oficinas de fotografia e promove uma inversão de papéis: de fotografadas, as crianças se tornaram fotógrafas do seu mundo vivido.

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2017 - Um smartphone na mão... e o mundo também

Catorze anos depois das oficinas, um novo retorno a Piranema. Dessa vez, para conhecer as realidades tecnológicas do lugar. Com smartphones nas mãos, aquelas mesmas crianças, agora adultas, empreenderam novas formas de visibilidade e de identidades.

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Depoimentos

"Essa foto mostra que lutamos muito para conseguir o que temos."
Laidisnara
12 anos
"Relembrar minha infância tão sofrida sem arrependimento do que vivi. Viveria tudo de novo se precisasse."
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Rute
"Eu pedi para fazer a foto porque achei bonito ela dar de mamar a meus irmãos."
Lucas
11 anos